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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

VALE A PENA LER DE NOVO: “Águas”


A maioria salgada, mas não deixa de ser uma palavra doce.

Oriunda de uma vertente, da chuva, transportada do oceano aos ares e firmada na mão de Deus, resplandece no horizonte do ocidente e depois desce.

Águas que nasce da fonte serena do mundo, como relata a música “planeta água” do meu ídolo Guilherme Arantes.

Águas são muitas, infinitas, mas nem tudo é como se vê, a maior parte é imprópria para o consumo.

Mas águas dão vida às espécies aquáticas, encantam nossos olhos.

A pouca água potável apresenta escassez por consequência da não crença do homem de que a água é vida.

Águas caídas do céu ou exploradas da mãe terra, que o injusto homem não dar o precioso valor.

Em pesquisas geográficas, elas dividem-se em 69% para a agricultura, 13% para os animais, 7% para as indústrias e 11% para o consumo humano.

Se a paz está em nossas mãos, o planeta terra também. Preserve-o. (Braga Neto)

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