braganeto1965@hotmail.com

braganeto1965@hotmail.com

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

VOCÊ SABIA? Na Paraíba Pneumonia afeta 35 pessoas por dia


A pneumonia afeta por dia uma média de 35 pessoas na Paraíba entre os meses de janeiro a novembro do ano passado. Ao todo, foram 11.606 casos registrados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). O número equivale a 86,50% do total de 13.417 ocorrências contabilizadas ao longo dos 12 meses de 2012. Apesar de não deixar sequelas no organismo, a doença pode levar à morte, caso não seja tratada adequadamente. A patologia tem cura e o tratamento está disponível na rede pública de saúde. Segundo o médico pneumologista e presidente do Comitê de Combate ao Tabagismo da Sociedade Paraibana de Pneumologia e Tisiologia, Sebastião de Oliveira Costa, os casos de pneumonia indicam deficiência alimentar. “As infecções, de maneira geral, são mais suscetíveis em pessoas com organismo mais fraco. São aquelas pessoas que não se alimentam direito ou que possuem deficiências de vitaminas”, explica. Com 35 anos de experiência no tratamento de doenças pulmonares, o especialista explica que outro fator que predispõe o indivíduo ao aparecimento de pneumonia é o hábito de fumar. “Quem fuma possui o pulmão mais fragilizado e mais vulnerável a ser acometido por doenças. É um hábito que deixa o paciente muito debilitado”, observa Sebastião de Oliveira Costa. O médico ainda lembra que a deficiência alimentar também deixa as pessoas mais vulneráveis a adquirir a tuberculose, outra doença que afeta o aparelho respiratório. No entanto, existem diferenças entre as duas patologias. “Enquanto a tuberculose é mais presente em comunidades de baixa renda, a pneumonia está presente em todas as classes sociais”, acrescenta Sebastião de Oliveira Costa. Os sintomas da pneumonia são tosse, febre, secreção amarelada e dor na região do tórax. O paciente ainda fica indisposto e sem ânimo até para realizar atividades simples, como curtas caminhadas. O tratamento da pneumonia é feito à base de antibióticos e dura 7 dias. Ele não pode ser interrompido, sob risco de agravar o estado de saúde. O paciente é atendido em ambiente ambulatorial e precisa permanecer em repouso, em casa. Só em casos mais complicados, quando a infecção interrompe a respiração natural, é que o indivíduo precisa ser levado ao hospital. (((Jornal da Paraíba)))

Nenhum comentário:

Postar um comentário