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sábado, 6 de dezembro de 2014

APRENDENDO UM POUCO MAIS: Você sabe o que é pré-eclâmpsia?


A pré-eclâmpsia é a doença do aumento da pressão arterial na gestação. Um mal que está ligado ao aumento da pressão arterial, ganho de peso, inchaço, entre outros sintomas. Conhecida também como toxiquemia gravídica, isto é, algo que a placenta passa a liberar a partir da 20ª semana (5º mês). Paciente que não é hipertensa e começa a desenvolver a pressão alta a partir do quinto mês, requer uma frequência maior das consultas, ao invés de ser mensal e dependendo dos níveis da pressão arterial, poderá ser quinzenal, semanal, diário ou até mesmo internar, para que aquela pressão alta não venha gerar uma convulsão colocando em risco a mãe e o feto.
A pré-eclâmpsia afeta cerca de 5% das mulheres grávidas. O diagnóstico de pré-eclâmpsia é normalmente feito no pré-natal quando há aumento de pressão arterial e presença de proteína na urina após 20 semanas de gestação. O mais comum é que apareça depois da 37ª semana, mas, na realidade, pode acontecer em qualquer época da segunda metade da gravidez, incluindo durante o parto ou depois (geralmente nas primeiras 48 horas). A pré-eclâmpsia pode progredir de maneira lenta ou rápida.
É possível ter sintomas de pré-eclâmpsia antes de 20 semanas, mas somente em casos mais raros, como nos de uma gravidez molar – trata-se de uma rara complicação da gestação que ocorre quando algo dá errado durante o processo de fertilização na concepção, gerando anormalidades nas células que formarão a placenta. A gravidez molar (também conhecida como mola hidatiforme, é uma massa tumoral formada por tecido da placenta ou das membranas) faz parte de um grupo de condições chamado tumores trofoblásticos gestacionais. Eles costumam ser benignos (não-cancerígenos) e, embora possam se espalhar para além do útero, são tratáveis com sucesso.
A única maneira de controlar a pré-eclâmpsia e evitar que evolua para eclâmpsia é o acompanhamento pré-natal criterioso e sistemático da gestação. Pacientes com pré-eclâmpsia leve devem fazer repouso, medir com frequência a pressão arterial e adotar uma dieta com pouco sal.
Medicamentos anti-hipertensivos e anticonvulsivantes são indicados para o controle dos quadros mais graves, que podem exigir a antecipação do parto. A doença regride espontaneamente com a retirada da placenta.
Se você tiver pré-eclâmpsia, terá de medir sua pressão com frequência e fazer exames de urina, para verificar a presença de proteína. Outros exames podem ser realizados para avaliar outros órgãos, como o funcionamento do fígado. Se sua pressão subir muito, é possível que você seja internada e receba remédios para controlar a pressão (que não prejudicarão o bebê). O médico poderá receitar uma alimentação com restrição de sal e açúcar.
O bebê também será monitorado, e a qualquer sinal de que ele não está crescendo como deveria ou que o volume de líquido amniótico esteja diminuindo, ou ainda se o seu estado piorar, o médico vai realizar o parto, mesmo que antes da hora, por cesariana ou indução do parto normal. (lersaude.com)

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