braganeto1965@hotmail.com

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quinta-feira, 26 de março de 2015

AS MARCAS QUE FICAM


Na trajetória nos deparamos
Com a pressa que nos traz
Cicatrizes do ritmo ignorado
Da condição errante que nos faz
Sem calma, apressado compasso
Tecidos de sentimentos de aço
Pulsando na mistura que é capaz
De devolver as marcas que ficam
Na lembrança para trás

Recordar as nossas marcas
É como não esquecer
O quanto somos fortes pelo poder
De superar, cicatrizar e novamente tecer
Marcas do Eterno residem em mim
É isto que consiste meu viver.

(Émyle Farias)

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