braganeto1965@hotmail.com

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sexta-feira, 29 de maio de 2015

AS PESSOAS REALMENTE MUDAM?


Chega o final de semana e não há, sem sombra de dúvida, vivência mais gostosa do que estar com a família reunida. São os filhos, filhas, marido, sogro, sogra, pai e mãe, enfim, tudo junto e misturado. E essa condição de valores leva um tempo para algumas pessoas realmente identificarem sua importância e necessidade.
Enquanto crianças, somos dependentes e entendemos apenas que pai e mãe (ou a pessoa que responde por eles) são quesitos obrigatórios para satisfação de nossas necessidades e superficialidades. Aprendemos a amar, embora sejamos muito mais amados.
Na juventude, vêm a fúria e a euforia da busca incessante pelas causas rebeldes e o sentimento de “culpar” o pai e a mãe pelas frustrações, que começam a serem construídas. Exatamente neste período que começamos a enxergar de fato a real situação de como é viver e sobreviver em sociedade. Ela, a juventude, o ápice da beleza, passa rapidamente e deixa saudade.
Bem, aí chega a fase adulta: dura, empolgante, liberta, responsável, chata, surpreendente e, sobretudo, deliciosa. Bem, este último adjetivo ou item é dirigido para quem superou todas as fases, com o apoio e o amadurecimento não de forma surreal, mas sim do verdadeiro cenário de ver “a vida como ela é”. Quem dera eu possa viver 80 anos! Otimista sou e espero. No entanto, o mais gostoso é ter a consciência aos 70, 80 ou, diga-se, 90 anos, minha maturidade esteja no peso dos meus “entas”. E o meu passado, que eu tenha vivenciado cada momento, inserida nos meus anseios, ideias, medos, conhecimentos, experiências, erros e acertos, mas tudo de forma plena e involuntariamente necessária.
É a lei do tempo...
Com o tempo, nos tornamos fortes de espírito e mente e fracos de músculos. Talvez porque se faz necessário usar cada um no seu momento certo... as pessoas mudam... mas o mais importante é a forma e a ótica que enxergamos, que precisa ser, no mínimo, todos os dias, DIFERENTE.
(Daniela Branco de Rosa)

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