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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

O VENENO


A filha chega e diz ao pai:
- Pai, já não aguento mais à vizinha! Tenho vontade de matá-la, mas tenho medo que saibam deste meu desejo.
Você pode me ajudar com isso? O pai lhe respondeu:
- claro que sim minha filha, mas há uma condição. Você terá que fazer as pazes com ela, para que depois ninguém tenha desconfiança que você estudou uma forma de matá-la quando ela morrer.
Você precisa cuidar muito bem, ser gentil, grata, paciente, carinhosa, menos egoísta, retribuir sempre, ouvi-la mais... Você está vendo este pó?
Todos os dias você colocará um pouco na comida dela. Assim ela morrerá aos poucos.
Passados 30 dias, a filha volta e diz ao pai:
- Pai, já não quero mais que ela morra. Eu a amo. E agora?
Como faço para cortar o efeito do veneno? O pai então lhe responde:
- Não se preocupe! O que te indiquei foi polvilho de arroz.
Ela não morrerá, porque o veneno estava em você.
* * *
Quando alimentamos ressentimentos, a esperança de a pouco.
Aprendamos a fazer as pazes com aqueles que nos ofendem e nos machucam,ou fere nossa confiança.
Aprendamos a tratar os outros como queremos ser tratados. Aprendamos a ter a iniciativa de amar, de dar, de doar, de servir, de bandeja, e não só querer ganhar e ser servido.

(Antonio Alves Tuim)

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