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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

42 remédios com irregularidades que podem levar à morte estão proibidos na Paraíba


A redatora do departamento de jornalismo do Jornal Correio da Paraíba, Luana Barros , divulgou no referido jornal, nesta quinta-feira dia 21 a comercialização de 42 medicamentos que está proibida na Paraíba por motivos como ineficácia no tratamento a que se destina e falta de registro junto ao Ministério da Saúde.
Conforme Luana, o MP-Procon expediu uma recomendação sobre a suspensão e deu prazo de uma semana para que as farmácias se adequem e cumpram a determinação da medida anunciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A matéria do Jornal Correio destaca também informações numa entrevista com o diretor-geral do MP Procon, Glauberto Bezerra, que fala sobre as empresas, que terão de retirar os produtos dos pontos de vendas imediatamente. “Nós iremos dar uma semana de prazo para que todos relacionados tenham conhecimento e imediatamente iremos fazer fiscalizações em distribuidoras, farmácias, como fizemos quando aconteceu o mesmo no ano passado. Nós estamos extremamente preocupados com o risco, porque isso pode levar a um acidente de consumo, inclusive óbito”, afirmou.
Glauberto também fala que os órgãos de vigilância estão tomando todos os procedimentos cabíveis para punir as empresas que permanecerem comercializando esses produtos no mercado. “Nós estamos requisitando a documentação pertinente através do sindicato e também instauramos inquérito civil contra todas as indústrias que constam na lista que colocaram no mercado produtos que trazem perigo à saúde da população”, ressaltou.
Segundo Glauberto, é crime comercializar produtos não registrados corretamente, e isso pode levar a multa e até prisão. “Esses casos desrespeitam a segurança do paciente, da violência silenciosa que é cometida todos os dias contra a população, nesse caso vender remédio que traga risco de vida para a população é uma violência e mata do mesmo jeito, só que não se mata com uma arma”, contou.
Segundo Glaciane Mendes Rolend, diretora geral da Argevisa, em João Pessoa tem mais de 300 farmácias registradas e todas irão ser fiscalizadas. “Nós orientamos que se alguém tiver adquirido algum desses medicamentos da lista dada, se dirija imediatamente aos órgãos de vigilância, para que nós tomemos providencias processuais, além das que já estamos tomando. As empresas já estão cientes que esses remédios não podem ser comercializados, se agirem de maneira incorreta é considerado crime”, finalizou.

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