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quarta-feira, 23 de março de 2016

DA SÉRIE: “Lembranças sem fronteiras”


Aos oito anos de idade, conheci a Feira Livre de Solânea, que era realizada todos os domingos no centro da cidade.
Saía com meu pai e meus dois irmãos Genaldo e Gisélia, da singela casa localizada no Sítio Tapuio no município de Serraria, com destino à Solânea, às 6 horas da manhã na boléia do caminhão-mixto, (daqueles antigos com três cabines), que pertencia ao saudoso João Lopes.
Em Solânea, o nosso principal ponto de apoio era a casa dos meus avós paternos, Vô Manoel Teodósio e Vó Úrsula Amélia, na Rua José Pessoa da Costa (centro).
Depois de um café com pão delicioso, comprado pelo meu tio Paizinho, na Padaria do Sr. Macilon Pinto, a gente saia e começava a fazer as compras.
A feira livre começava na Rua José Amâncio Ramalho, (por trás da antiga casa dos meus avós), às 5 horas da manhã e terminava às 5 da tarde.
Mas o caminhão-mixto conduzido pelo Seu João Lopes voltava para a cidade de Serraria, com todos nós passageiros, por volta do meio dia.
Minha mãe e meus outros dois irmãos Genário e Genilda, já nos esperavam com saudades e almoço preparado.
Mas quem nos recebia primeiro, correndo com a língua de fora, era o vigia da casa, nosso cachorrinho por nome de Uáiti, feliz da vida, sujando nossas roupas com suas patas.
Muito bom lembrar velhos tempos que hoje dão saudades.

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